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Walmart pede royalties e fundos desistem - 02/02/2018



Na negociação para a venda do Walmart no Brasil, alguns fundos de investimento que avaliaram a operação desistiram do negócio, após discordâncias que poderiam dificultar o plano dos investidores para a rede. A hipótese de ter que pagar royalties à varejista após a venda do negócio é uma possibilidade levantada pela rede. A proposta não caiu bem entre alguns fundos, diz uma fonte a par do assunto.

 

Cálculos mais modestos para o valor da empresa têm sido feitos pelos potenciais compradores, e isso já foi sinalizado à varejista. Em 2016, a terceira maior varejista de alimentos do país faturou R$ 29 bilhões e a última linha do balanço tem oscilado entre lucro e prejuízo desde que chegou ao país, em 1995. O Walmart é assessorado pelo Goldman Sachs.

 

Carlyle e General Atlantic não estão mais no páreo. Têm interesse no ativo 3G, Acon, Advent e L Catterton, segundo uma segunda fonte que acompanha as tratativas.

 

O Walmart começou, há pouco menos de seis meses, negociações para vender o controle, ou uma fatia minoritária ou até todo o negócio - essa questão se mantém em aberto, como forma de o Walmart abrir espaço para diferentes opções de saída. É uma maneira também de mostrar disposição para se chegar a um acordo.

 

A rede varejista entende que é preciso manter investimentos em seus dois negócios principais, os supermercados e os hipermercados, sem colocar o braço de "atacarejo" (a cadeia é dona do Maxxi Atacado) como prioridade no país. A operação de atacarejo é a que mais cresce no país no Grupo Pão de Açúcar, por meio da rede Assaí, e no Carrefour, dono do Atacadão.

 

Há algumas divergências em relação à forma como o Walmart pensa o negócio no país e os fundos que avaliaram o ativo.

 

(Fonte: Valor Econômico)


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