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Vendas em Minas avançaram 12,6% em novembro, aponta IBGE - 10/01/2018



A Black Friday vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil e influenciando diretamente o desempenho do comércio no mês em que ocorre. Em novembro do ano passado, a data, conhecida pelo grande apelo promocional, foi um dos principais fatores que contribuíram para o avanço nas vendas do varejo mineiro, que subiram 12,6% na comparação com igual período de 2016. O dado faz parte da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).


“Podemos dizer que a Black Friday de 2017 foi melhor do que a do ano anterior, sendo um dos motivos pelos quais os indicadores foram tão bons em novembro, tanto frente a outubro, como em relação ao mesmo mês de 2016”, analisa a supervisora da pesquisa do IBGE em Minas Gerais, Cláudia Pinelli.

Os segmentos que mais se destacaram nas vendas do comércio estadual em novembro, no confronto com igual mês de 2016, foram tecidos, vestuário e calçados, com elevação de 32%, móveis e eletrodomésticos (22,8%), e livros, jornais, revistas e papelaria (17,9%). Cláudia Pinelli explica que o resultado dessas atividades está diretamente ligado ao tipo dos produtos que costumam compor o universo promocional da Black Friday.

Na passagem de outubro para novembro, o varejo mineiro também apresentou desempenho expressivo, com crescimento de 6,8% nas vendas. A elevação foi a maior registrada na comparação com as outras 26 unidades federativas, pelo segundo mês consecutivo, e ficou bem acima do índice apurado para a média nacional, que foi de 0,7%. Apenas três estados tiveram resultados negativos nessa base: Tocantins (-1,8%), Rondônia (-0,2%) e Espírito Santo (-0,1%).


Acumulado

 

 No acumulado de 2017 até novembro, o comércio no Estado apontou um avanço de 4,7% nas vendas no confronto com o mesmo intervalo de 2016. O aumento é puxado pela alta nas atividades de tecidos, vestuário e calçados (31,4%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (12,1%) e móveis e eletrodomésticos (10,7%). Cláudia Pinelli afirma que o percentual representa uma variação importante para a economia mineira, mas está distante dos resultados dos anos que antecederam à crise financeira do País.

“Ainda estamos em patamares bem anteriores aos de 2012 e 2013, por exemplo. Então, para alcançar os níveis de quando tivemos alto crescimento, ainda vai demorar um pouco”, pondera a supervisora do IBGE. Em novembro de 2012, o comércio em Minas verificava um crescimento nas vendas acumulado no ano de 7,6%.

No acumulado em 12 meses, o varejo mineiro viu as vendas subirem 3,9%. O avanço é o sétimo seguido na base após 23 meses de recuos.

“A gente vê que é o consumo das famílias aumentando, com queda da inflação, aumento do poder de compra, pequena melhora no mercado de trabalho, que vão dando confiança para esse retorno”, avalia.


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