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Após três anos de queda, vendas crescem no setor lojista no acumulado do ano - 20/12/2017



Resultado da melhora do ambiente econômico dos últimos meses, pela primeira vez, desde 2014, as vendas apresentaram crescimento no acumulado do ano (Jan.17-Out.17/Jan.16-Out.16). O aumento foi de 0,14%.  

 

Para o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Bruno Falci, o cenário menos adverso do que no ano passado e os indicadores macroeconômicos (inflação e juros), apresentando decréscimos desde o início de 2017, estão contribuindo para que as pessoas voltem a consumir.

 

 “O país está apresentando sinais consistentes de recuperação, o crescimento ainda é pequeno, mas já demonstra que as vendas estão tomando fôlego novamente”, explica Falci. “Fatores como juros menores, aumento do rendimento real e queda da inflação, tem um impacto positivo direto no orçamento das famílias. Que, gradualmente, estão voltando a adquirir bens”, completa.

 

Os setores de drogarias e cosméticos (+2,47%) e de artigos diversos, que incluem acessórios em couro; brinquedos; óticas; caça; pesca; material esportivo; material fotográfico; computadores e periféricos; e artefatos de borracha (+2,45%), foram os que se destacaram no aumento de vendas no acumulado do ano. Os demais setores ficaram assim: vestuário e calçados (+1,07%); supermercados (+0,75%); veículos e peças (+0,49%); papelarias e livrarias (+0,43%). Os que apresentaram queda foram: móveis e eletrodomésticos (-0,36%) e material elétrico e de construção (-0,04%).

 

Nos últimos doze meses (Nov.16-Out.17/Nov.15-Out.16), o varejo acumulou queda de 0,17% nas vendas. Apesar do resultado ainda negativo, este é o menor decréscimo em três anos nesta base de comparação e indica a desaceleração do ritmo de queda. “O mercado ainda está em processo de recuperação, o PIB, por exemplo, já aponta crescimento (0,60% em 2017 e 2,10% em 2018, segundo o Banco Central)” diz Falci. “A melhora deste cenário têm devolvido a confiança dos agentes econômicos, o que impacta positivamente no investimento produtivo que gera emprego e renda e consequentemente aquece o consumo”, acrescenta.

 

 

Mesmo mês

 

Reflexo do efeito positivo da recuperação da atividade econômica, da redução da taxa de juros, da inadimplência e do crescimento do rendimento real (3º tri. 2017 em 4,2%/ 3º tri 2016 em 3,6% - segundo IBGE), as vendas registraram alta de 1,98% em outubro, comparando-se com o mesmo mês do ano anterior (Out.17/Out.16). “A conjunção destes fatores revigora o poder de compra das famílias, impactando positivamente nas vendas. A taxa básica de juros, por exemplo, constitui um fator favorável ao consumo, tendo em vista o custo menor para se obter crédito”, esclarece o presidente da CDL/BH.

 

Nesta base de comparação (Out.17/Out.16), todos os setores apresentaram crescimento. São eles: artigos diversos (+9,02%); vestuário e calçados (+2,54%); papelarias e livrarias (+2,39%); supermercados (+1,68%); móveis e eletrodomésticos (+1,3%); veículos e peças (+1,15%); material elétrico e de construção (+0,98%) e drogarias e cosméticos (+0,06).

 

Dia das Crianças

 

O índice real de vendas apresentou crescimento de 0,84%, na comparação com o mês imediatamente anterior (Out.17/Set.17). Outubro contou com a comemoração do Dia das crianças, o que contribuiu para que as vendas tivessem uma elevação frente a setembro. Nesta base de comparação (Out.17/Set.17), o setor de artigos diversos foi o que teve o melhor desempenho (+7,3%). O resultado dos demais setores foi: vestuário e calçados (+3,23%), papelarias e livrarias (+2,97%;) drogarias e cosméticos (+1,92%); supermercados (+1,88%). Os que apresentaram queda: veículos e peças (-1,27%); material elétrico e de construção (-0,94%) e móveis e eletrodomésticos (-0,14%).


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