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CNC eleva previsões de vendas e contratação de temporários para Natal - 08/11/2017



A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) revisou para cima previsões de alta de vendas no comércio e de emprego no setor varejista para o Natal. Influenciada por cenário benéfico para compras, com inflação menos intensa, discretos sinais de melhora em mercado de trabalho e juros mais baixos, a entidade atualizou a estimativa de aumento de vendas para o Natal de 4,3% para 4,8%, e o volume previsto de trabalhadores formais temporários para a data subiu de 73,1 mil para 73,8 mil.

 

Caso se confirme a previsão da entidade sobre aumento de vendas no Natal, seria a primeira elevação para o período deste 2014, quando a alta foi de 1,8%. Em 2016, as vendas do Natal caíram 4,9%; e em 2015, houve recuo de 5%.

 

Um dos aspectos que mais contribuíram para o cenário deste ano é a inflação menos pressionada no período. A entidade informou que, pela primeira vez desde o início da pesquisa feita pela CNC, em 2009, a principal data comemorativa do varejo deverá registrar variação média negativa de preços (-1,1%), taxa significativamente menor do que aquelas verificadas nos Natais de 2015 (+10,9%) e 2016 (+9,8%).

 

A previsão é que as vendas relacionadas à data movimentem R$ 34,7 bilhões. A confederação não forneceu dado deflacionado para comparação com faturamento de Natal anterior. Deste total, a CNC detalhou como destaque movimentações nos segmentos de hiper e supermercados (R$ 11,6 bilhões) e nas lojas de vestuário (R$ 9 bilhões) e de artigos de uso pessoal e doméstico (R$ 5 bilhões), que juntas deverão responder por dois terços das vendas natalinas deste ano. Nos segmentos do comércio, o maior aumento nas vendas deverá ocorrer nas lojas de móveis e eletrodomésticos (17,4% em relação à mesma data de 2016).

 

Com perspectiva de vendas em alta, isto na prática conduzirá a um impacto positivo no emprego. A expectativa da CNC é que 30% dos trabalhadores contratados de forma temporária sejam efetivados após o Natal de 2017. “Diante da perspectiva de retomada lenta e gradual da atividade econômica e do consumo no início de 2018, bem como dos impactos positivos sobre o emprego, decorrentes da reforma trabalhista, a taxa de absorção dos trabalhadores temporários deverá crescer. Nos últimos dois anos, esse percentual não passou dos 15%”, afirmou em nota Fabio Bentes, chefe da Divisão Econômica da CNC.

 

Cálculos da entidade apontam que o salário médio de admissão deverá alcançar R$ 1.188, avançando 7% em termos nominais, na comparação com o mesmo período do ano passado. O maior salário de admissão deverá ser pago pelo ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.443), seguido pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.389).

 

Do total previsto para contratação temporária para o Natal, os destaques na oferta de vagas deverão ficar por conta dos segmentos de vestuário e calçados (48,4 mil vagas), seguidos por hiper e supermercados (10,3 mil) e pelas lojas de artigos de uso pessoal e doméstico (8 mil).

 

(Fonte: Valor Econômico) 


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