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Vendas devem crescer mais no 2º semestre, aponta pesquisa da Fecomércio - 11/07/2017



Empresários do setor varejista de Belo Horizonte esperam vender mais no segundo semestre deste ano do que fizeram no primeiro, quando os negócios ficaram abaixo da expectativa. Segundo a pesquisa Expectativa de Vendas, divulgada ontem pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Minas Gerais (Fecomércio-MG), 70,4% dos entrevistados acreditam em vendas melhores daqui para a frente, sendo que 78,2% apontaram que os negócios ficaram aquém do esperado até agora. Datas como Natal e a promoção Black Friday estão embalando as expectativas positivas, mas a maior parte – 46% – aguarda resultados melhores amparada no otimismo e na esperança.


Segundo o economista da Fecomércio, Guilherme Almeida, o varejista vem se apoiando no “pior que está não fica”, já que os anos de 2015 e 2016 foram ruins de vendas, com o consumidor cauteloso devido aos indicadores adversos às compras.


Almeida também ressalta a influência, na perspectiva positiva dos comerciantes, das datas comemorativas do segundo semestre. De acordo com o levantamento, quando perguntados sobre qual dessas datas mais impactará as vendas, os lojistas responderam Natal (50,4%); Black Friday (16,3%); Dia dos Pais (15,2%); Dia das Crianças (13,1%) e Cyber Monday (2,6%). No segundo semestre também há injeção de renda no mercado, devido às vagas de emprego temporário e ao pagamento do 13º salário.


O economista pondera que as projeções de aumento de vendas também estão ancoradas na melhoria dos indicadores econômicos que balizam o consumo familiar, como a queda da inflação e dos juros. Ele acredita que os resultados de vendas do primeiro semestre ficaram aquém do esperado porque os níveis de emprego ainda não melhoraram de forma substancial. “Perda de emprego é perda de renda”, reforça.


Além disso, a crise política pode ter adiado a retomada da confiança por consumidores e empresários. “Com a instabilidade do ambiente político, as famílias postergam o consumo, alimentando o ciclo negativo”, frisa. Neste cenário de incertezas, os empresários também acabam adiando contratações e investimentos.


Combustíveis

 

 De acordo com a pesquisa da Fecomércio, perguntados se as vendas no primeiro semestre de 2017 alcançaram suas expectativas, a maioria dos empresários – 78,2% – respondeu negativamente. Dos 21,8% que disseram sim, os principais segmentos foram combustíveis e lubrificantes (50%); veículos e motocicletas, partes e peças (34,1%) e supermercados, hipermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (28,9%).


Para 61,9% das empresas, o primeiro semestre apresentou resultados piores que o mesmo período de 2016. Segundo a pesquisa, 54,9% dos empresários frisaram que as vendas no primeiro semestre de 2017 foram piores que nos últimos seis meses de 2016.


Quando questionados se as vendas no segundo semestre serão melhores que as do primeiro, a maioria – 70,4% – respondeu positivamente. Os segmentos que mais aguardam melhoras são equipamentos e materiais para escritório, informática e de comunicação (38,9%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (25,9%); livros, jornais, revistas e papelaria (25%).


Os principais motivos citados para vendas melhores foram otimismo/esperança (46%); o fato de o período ser sempre melhor (18,6%) e datas comemorativas do semestre (9,1%). Fatores que podem interferir nos resultados, dificultando as vendas, são a crise econômica (53,4%), a crise política (21,4%) e a cautela do consumidor (13,7%). Medida que podem alavancar as vendas, as liquidações são campeãs, citadas por 48,2%.


(Fonte: Diário do Comércio) 


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