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Treinamentos in company estão em alta, apontam especialistas - 29/06/2017



Reclamação constante entre os profissionais de Recursos Humanos (RH) nas duas últimas décadas, a falta de trabalhadores qualificados no Brasil não cedeu espaço nem diante do atual e alarmante índice de desemprego. Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua, o desemprego subiu para 13,2% no trimestre de dezembro a fevereiro. A alta em relação ao trimestre anterior é de 1,3 ponto percentual e de três pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre do ano passado. De acordo com o IBGE, essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012.


 

Mesmo diante de tamanha massa de trabalhadores disponíveis, muitas empresas continuam sem conseguir ocupar vagas abertas e o investimento em treinamento continua alto. E o mesmo vale para as equipes já formadas. Mantê-las atualizadas e motivadas é essencial para qualquer negócio, especialmente em tempos de crise.


 

Menos custos
 

Em tempos de equipes reduzidas e foco total no negócio, promover treinamentos externos e deslocar equipes inteiras para fora do local de trabalho pode ser um custo e um tempo caro demais para quem precisa atender o cliente imediatamente. Nesse cenário crescem os treinamentos in company - aqueles que reúnem métodos e estratégias especialmente delineados para um grupo específico e é ministrado nas dependências da própria empresa.

 

De acordo com a diretora da TAO Coaching, Raquel Couto, os treinamentos dentro da própria estrutura da empresa costumam ter custo menor e ser mais assertivo, já que, via de regra, são feitos com grupos menores e mais focados.
 

“Nos treinamentos in company é mais fácil para o treinador traçar dificuldades e papéis. O direcionamento da equipe fica mais fácil e rápido. Mas para que isso dê certo é preciso que a empresa esteja alinhada e todos conscientes da importância e dos objetivos do treinamento. Se os participantes se sentem pressionados pelo telefone que toca e nos papéis que ficaram sobre a mesa, o resultado não será bom. Outro ponto importante é o treinamento dos gestores. O nível hierárquico superior imediato tem que participar. Isso ainda não é tão comum como o necessário no Brasil”, explica Raquel Couto.
 

AMIS oferece cursos In company
 

Atenta a esta evolução do mercado no segmento varejista, a Associação Mineira de Supermercados (AMIS) por meio da Universidade de Varejo Amis (UNIVA), oferece uma ampla grade de treinamentos com um diferencial para atender diretores, gerentes e funcionários de pequenas e médias empresas, que buscam soluções eficazes para os desafios das organizações. Os instrutores atuam como consultores, abordando temas estratégicos, direcionados ás suas demandas.

 

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Sindicato

 

Dentro de um sindicato de empresas é possível acompanhar o desenvolvimento de companhias de diferentes perfis e portes. O gestor administrativo do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga do Estado de Minas Gerais (Setcemg), Renato Marques, identifica que a dificuldade de deslocamento das equipes é um dos principais pontos de estrangulamento quando o assunto é treinamento.

 

Tradicionalmente, o Setcemg oferece cursos e treinamentos no auditório que funciona na sede da entidade, porém, nos últimos anos, a demanda por cursos in company vem crescendo. “Percebemos que nem sempre é fácil para as empresas deslocarem equipes inteiras para cá. As demandas começaram a surgir e, como um Grupo de Trabalho (GT) em Recursos Humanos já consolidado, passamos a oferecer esse serviço. As empresas entram em contato, fazem um briefing das suas necessidades e nós vamos ao mercado em busca do melhor profissional para formatar o treinamento”, afirma Marques.

 

A maior parte dos treinamentos solicitados está no campo comportamental. Saúde, segurança do trabalho e técnicas de vendas são alguns dos mais pedidos, principalmente por empresas de médio e grande portes. “O importante é que as empresas percebam que o treinamento é um investimento que deve ser feito constantemente. A capacitação é uma forma de orientar o funcionário sobre para onde a empresa quer ir. As pequenas empresas ainda têm dificuldades para assumir esses custos, mas é bom que tenham esses conceitos na sua cultura”, aponta o gestor administrativo do Setcemg.

 

O mapeamento das necessidades do grupo que participará do treinamento é essencial na visão da sócia da Trajeto RH, Luciana Guedes Pinto. Para ela, os treinamentos pré-formatados não têm espaço em uma cultura empresarial moderna. “O treinamento in company só faz sentido com um mapeamento muito bem-feito ou quando é oferecida uma grade de temas em que as pessoas podem se inscrever nos que julgarem pertinentes. Hoje, as empresas têm estruturas físicas muito enxutas e quando precisam reunir turmas maiores acabam saindo do seu ambiente. O que se faz é buscar espaços próximos, que não exijam pernoite. O importante é que saibam criar caminhos próprios, que agreguem as pessoas, que não existem soluções prontas”, ensina Luciana Guedes Pinto.

 

No Grupo Bonsucesso, as empresas que se dedicam ao setor automotivo mesclam diferentes estilos de treinamento. Os que são oferecidos pelas montadoras normalmente são feitos dentro das indústrias, ou seja, fora das concessionárias e locadoras. Já os que são feitos pelo grupo podem ser dentro das dependências das empresas (in company) ou ambientes fora.

 

Segundo a analista de RH do Grupo Bonsucesso, Larissa Rezende Morais Mendes, para realizar treinamentos in company alguns cuidados precisam ser tomados. “Precisamos avaliar as necessidades da empresa e a planilha de custos. Não podemos descuidar do orçamento. Quando levamos a equipe para fora do ambiente da empresa o custo sobe, porém, eventos grandes, como uma convenção, não tem como ser in company. Quando fazemos aqui tentamos criar um ambiente tranquilo, em que as pressões do dia a dia não sejam percebidas”, pontua Larissa Mendes.

 

(Fonte: Diário do Comércio) 


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