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IPCA de BH em 12 meses cai para 4,44% e fica abaixo da meta do Banco Central após oito anos - 26/04/2017



A inflação no município de Belo Horizonte ficou abaixo do centro da meta anual de 4,5% projetada pelo Banco Central. Prévia divulgada ontem pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), mostra que, até a terceira semana de abril, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) da Capital, considerando os últimos 12 meses, ficou em 4,44%.



A última vez que o indicador atingiu um valor inferior ao centro da meta foi em dezembro de 2009. Na ocasião, o IPCA medido até a metade do mês apontou para um índice de 4,38% para a variação acumulada em um ano.


O gerente de Pesquisas da Fundação Ipead, Eduardo Antunes, explica que o arrefecimento da inflação até o patamar atual já era esperado, principalmente devido à desaceleração generalizada da economia nacional nos últimos anos. “Já havia uma tendência, que vinha sendo mostrada, de queda no índice. O recuo vem acontecendo desde o último grande pico em janeiro de 2016, quando a inflação anual na Capital ficou em torno de 12%. A economia está desaquecida e vários outros fatores também ajudaram a derrubar a inflação”, afirma Antunes. Há exatamente um ano, o IPCA de Belo Horizonte em 12 meses era de 11,43%.



Dentre os 11 itens agregados que compõem o índice, os que mais contribuíram para a retração da inflação nos últimos 12 meses foram alimentos in natura (-15,40%) e vestuário e complementos (-1,92%).


O resultado preliminar de abril deste ano, que aponta para uma deflação de 0,37% até agora na comparação com março, também ajudou a colocar o IPCA anual abaixo do centro da meta. Os itens que se destacaram foram vestuário e complementos (-2,79%), alimentos elaboração primária (-1,50%), alimentos industrializados (-1,15%) e produtos administrados (-1,12%), todos com queda no mês. Em termos de produtos, o recuo no preço da tarifa da energia elétrica (-5,79%) e da gasolina (-2,74%), principalmente, influenciou, segundo Antunes, para uma queda incomum para o período.


Apesar de ainda ser uma prévia, o gerente de Pesquisas da Fundação Ipead acredita que a tendência é de que este mês encerre com variação negativa. Antunes pondera que se por um lado o indicador em queda é bom para incentivar o consumo, por outro evidencia que o setor empresarial se vê cada vez mais obrigado a diminuir sua margem de lucro. No acumulado de 2017, o IPCA apurado é de 1,69%. Fonte: Diário do Comércio. http://www.diariodocomercio.com.br


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