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Heineken reforçará rede de distribuição da Brasil Kirin - 20/04/2017



A holandesa Heineken, que se tornou a segunda maior cervejaria no mercado brasileiro após a compra da Brasil Kirin em fevereiro por R$ 2,2 bilhões, informou, junto com seu balanço trimestral, que usará a rede de 180 distribuidores da Brasil Kirin para entregar seus produtos no país.

 

Hoje, as bebidas da Heineken são distribuídas pela Coca­Cola, segundo contrato previsto para ser encerrado só em 2022. A rede de distribuição da Brasil Kirin atende 600 mil pontos de venda, alcançando 80% dos locais em que as marcas da cervejaria são vendidas.

 

No informativo de resultados do primeiro trimestre, divulgado ontem, a Heineken afirmou que pretende reforçar a estrutura de distribuição da Brasil Kirin, após a aprovação da compra da companhia pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A expectativa da cervejaria é que a aprovação pela autarquia seja anunciada ainda neste semestre.

 

Em fevereiro, quando informou a aquisição no mercado brasileiro, a Heineken não comentou como ficaria a distribuição de seus produtos. Procurada ontem, a Heineken no Brasil não informou se o contrato com a Coca­Cola será ou não encerrado antecipadamente.

 

Outro ponto de dúvida para analistas de mercado é se a Heineken manterá o negócio de refrigerantes, água e isotônicos da Brasil Kirin, categorias em que a holandesa não atua globalmente.

 

No primeiro trimestre, a Heineken teve uma queda de dois dígitos no volume de vendas no Brasil, atribuída ao cenário recessivo e à competição acirrada no segmento de cervejas populares. A Heineken é dona das marcas Kaiser, Summer Draft, Bavaria, Xingu e Sol. Na categoria de cervejas de alto valor agregado, a empresa reportou alta de duplo dígito nas vendas da marca Heineken. A companhia informou ainda que as vendas da Amstel tiveram "forte crescimento".

 

Os resultados da Heineken no Brasil não incluem as vendas das marcas da Brasil Kirin.

 

Globalmente, a companhia registrou avanço de 11% no lucro líquido do primeiro trimestre, para € 293 milhões, em comparação ao mesmo intervalo de 2016. As vendas cresceram 2,5% em volume. O maior impulso veio da região Américas, com expansão de 7,8% ­ o México liderou a expansão, mais do que compensando os volumes mais fracos no Brasil. Na Europa, houve alta de 4,3% e na região da Ásia Pacífico, as vendas recuaram 7,9%.

 

A Heineken tem 9% de participação no mercado brasileiro de cervejas, e a Brasil Kirin, 8,4%, segundo dados da empresa de pesquisas de mercado Nielsen.(Fonte: Jornal Valor Econômico) 

 


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