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Indústria mineira apresenta melhora em fevereiro - 04/04/2017



Os nú­me­ros ge­rais da in­dús­tria mi­nei­ra con­ti­nuam ne­ga­ti­vos, mas vem apre­sen­tan­do uma pe­que­na me­lho­ra, já con­si­de­ra­da pe­la Fe­de­ra­ção das In­dús­trias de Mi­nas Ge­rais (Fie­mg) co­mo um si­nal de re­cu­pe­ra­ção, ain­da que tí­mi­da, da eco­no­mia no es­ta­do.

 

Pes­qui­sa so­bre os prin­ci­pais in­di­ca­do­res da in­dús­tria em fe­ve­rei­ro di­vul­ga­dos nesta segunda-feira, 3, pe­la Fie­mg re­ve­la que as que­das acu­mu­la­das nos úl­ti­mos 12 me­ses es­tão per­den­do a in­ten­si­da­de em to­das as va­riá­veis in­ves­ti­ga­das, en­tre elas fa­tu­ra­men­to real, em­pre­go, ho­ras tra­ba­lha­das, mas­sa sa­la­rial e uti­li­za­ção da ca­pa­ci­da­de ins­ta­la­da.

 

O fa­tu­ra­men­to real, por exem­plo, re­gis­trou de­crés­ci­mo de 9,7% no acu­mu­la­do no úl­ti­mo ano ter­mi­na­do em fe­ve­rei­ro, a pri­mei­ra que­da na ca­sa de um dí­gi­to dos úl­ti­mos 21 me­ses. Mas em com­pa­ra­ção com ja­nei­ro, fe­ve­rei­ro re­gis­trou uma ele­va­ção de 4,7%, se­gun­do au­men­to con­se­cu­ti­vo e o maior avan­ço des­de ju­nho de 2016.


Tam­bém foi re­gis­tra­do au­men­to no fa­tu­ra­men­to de seis dos 16 se­to­res pes­qui­sa­dos pe­la Fie­mg, mas ain­da não su­fi­cien­te pa­ra re­ver­ter a re­tra­ção do úl­ti­mo ano. Pa­ra Gui­lher­me Leão, eco­no­mis­ta e su­pe­rin­ten­den­te de Am­bien­te de Ne­gó­cios da Fie­mg, “pa­ra­mos de pio­rar e es­ta­mos na di­re­ção de uma me­lho­ra”.



No acu­mu­la­do do ano até fe­ve­rei­ro, fren­te ao mes­mo pe­río­do de 2016, a in­dús­tria au­to­mo­bi­lís­ti­ca re­gis­trou a ter­cei­ra maior in­fluên­cia ne­ga­ti­va -3,57% pon­to per­cen­tual e a ter­cei­ra maior va­ria­ção ne­ga­ti­va (-24,3%) no fa­tu­ra­men­to. 


O se­tor de pro­du­tos de me­tal apre­sen­tou a maior que­da (-35,7%) e a ter­cei­ra maior in­fluên­cia ne­ga­ti­va (-0,67 p.p.). Já as ho­ras tra­ba­lha­das e a uti­li­za­ção da ca­pa­ci­da­de ins­ta­la­da per­ma­ne­ce­ram es­tá­veis, en­quan­to os in­di­ca­do­res de em­pre­go e mas­sa sa­la­rial ti­ve­ram re­cuo.



O em­pre­go re­gis­trou que­da de 0,4% en­tre ja­nei­ro e fe­ve­rei­ro e em re­la­ção ao mes­mo mês de 2016, o re­cuo foi de 5,7%. No acu­mu­la­do do pri­mei­ro bi­mes­tre do ano o de­crés­ci­mo foi de 5,7% e nos úl­ti­mos 12 me­ses hou­ve uma re­tra­ção de 6,3%. “Ape­sar da que­da per­sis­ten­te des­de 2014, o re­cuo no em­pre­go tem apre­sen­ta­do um rit­mo mo­de­ra­do des­de maior de 2016”, afir­ma o eco­no­mis­ta.

 

Pro­ces­so len­to


Se­gun­do ele, quem mais con­tri­bui pa­ra os da­dos ne­ga­ti­vos do em­pre­go foi a in­dús­tria au­to­mo­bi­lís­ti­ca que re­gis­trou que­da de 1,88% no pri­mei­ro bi­mes­tre des­te ano, se­gui­da pe­lo se­tor de pro­du­tos de me­tal (-1,09%), que é di­re­ta­men­te im­pac­ta­do pe­la que­da da in­dús­tria no ge­ral.



So­men­te os se­to­res de ves­tuá­rios e aces­só­rios e o de quí­mi­cos re­gis­tra­ram va­ria­ção po­si­ti­va en­tre ja­nei­ro e fe­ve­rei­ro. Pa­ra Gui­lher­me Leão, a re­cu­pe­ra­ção do em­pre­go ain­da vai de­mo­rar um pou­co, pois ela de­pen­de de um aque­ci­men­to maior da in­dús­tria pa­ra ser re­to­ma­da.



A pre­vi­são, se­gun­do ele, é que es­ses da­dos co­me­cem a me­lho­rar mais a par­tir do se­gun­do se­mes­tre des­te ano Em re­la­ção a ja­nei­ro, as ho­ras tra­ba­lha­das ti­ve­ram uma va­ria­ção po­si­ti­va de 0,1%. Em re­la­ção ao mes­mo pe­río­do do ano pas­sa­do, o in­di­ca­dor caiu 0,5% e no acu­mu­la­do dos úl­ti­mos 12 anos ele re­cuou 4%.



A mas­sa sa­la­rial tám­bem re­gis­trou uma le­ve que­da de 0,4% en­tre ja­nei­ro e fe­ve­rei­ro e no acu­mu­la­do do úl­ti­mo ano re­gis­trou um re­cuo de 7,1%. A ca­pa­ci­da­de ins­ta­la­da da in­dús­tria fi­cou es­tá­vel em fe­ve­rei­ro (78,3%) com pe­que­na va­ria­ção em re­la­ção a ja­nei­ro (78,5%).



Na mé­dia do pri­mei­ro bi­mes­tre des­te ano (77,1%) hou­ve que­da em re­la­ção a mé­dia do mes­mo pe­río­do do ano pas­sa­do (79,09%). “Há um pro­ces­so de avan­ço na eco­no­mia e a in­dús­tria co­me­ça a sair do pro­ces­so de cri­se pro­fun­da que ela en­trou. Nos já ti­ve­mos nú­me­ros mui­to mais ne­ga­ti­vos e es­ta­mos a ca­da mês ten­do re­sul­ta­dos mais fa­vo­rá­veis, ain­da que ne­ga­ti­vos”, des­ta­ca o eco­no­mis­ta. (Fonte Jornal Estado de Minas)


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