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GPA interrompe a venda da Via Varejo - 27/03/2017



O Grupo Pão de Açúcar, controlado pelo francês Casino, interrompeu na sexta-­feira o processo de venda da Via Varejo, mas não o cancelou, segundo apurou o jornal Valor.

 

O GPA não recebeu propostas de interessados até a data limite de entrega das ofertas, na sexta­feira. A Lojas Americanas, candidata à compra, desistiu, segundo uma fonte. A Via Varejo é formada pela união de Casas Bahia e Ponto Frio.

 

O Casino solicitou aos bancos que assessoram a operação que não recebessem propostas na expectativa de que a posição da família Klein, fundadora da Casas Bahia e sócia da Via Varejo, fique mais clara ­ se vai vender sua fatia ou se está na ponta compradora, diz fonte. Os Klein têm 27,3% da Via Varejo e o GPA, 43,3%.

 

O grupo francês quer entender como Klein se articularia ­ se por meio de financiamento no Bradesco ou com fundos. Uma das dúvidas é se o Advent poderia associar­se aos Klein.

 

Segundo matéria publicada pelo jornal na quinta-­feira, o Casino ficou incomodado, pois não teria sido informado sobre a hipótese de Michael Klein ter mudado de posição (de vendedor a comprador das ações do GPA na Via Varejo). A família Klein vinha negando intenção de comprar.

 

Procurada, a família Klein não comenta o tema. O jornal apurou ainda que os Klein ainda têm interesse em formular oficialmente uma proposta. Michael Klein e lideranças do GPA conversaram informalmente por telefone no começo da semana passada.

 

A baixa demanda de interessados poderia ter contribuído para a decisão de desacelerar o processo de venda, segundo fonte a par do assunto. A ideia de não colocar mais um prazo para receber propostas também seria uma forma de analisar como avançar no processo. Executivos do GPA alertaram Jean Charles Naouri, presidente do Casino, antes de iniciar a venda da Via Varejo, de que o momento para uma negociação seria ruim, pela recessão no país e pela atual baixa atratividade do setor. Para analistas, o GPA disse na sexta-­feira que não tem pressa de se desfazer do negócio e que a operação estaria com melhora nas vendas.

 

Semanas atrás, o Valor informou que quatro grupos ­ Bain Capital, Advent, Lojas Americanas e um fundo chinês em parceria com Alibaba ­ tinham interesse em propor ofertas não­vinculantes (sem obrigatoriedade de adquirir o negócio). Mas nenhum desses acabou formalizando seu interesse, mesmo após o GPA ter adiado o prazo para receber propostas.

 

O Casino informa que não comenta rumores de mercado. Os Klein não se manifestaram.(Fonte: Jornal Valor Econômico) 


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