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Saldo de empregos é positivo em MG - 17/03/2017



Assim como no Brasil, o saldo de empregos também voltou a ficar positivo em Minas Gerais depois de uma série de resultados deficitários. Após sete meses com o número de demissões superando as contratações, em fevereiro houve superávit de 9.025 postos de trabalho, o melhor resultado para o mês desde 2015, quando o saldo de vagas chegou a 3.167. As atividades de serviços e a indústria da transformação – em especial o setor calçadista – puxaram o desempenho.

 

De acordo com o Cadastro Geral dos Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), as admissões somaram 138.738 vagas no mês passado, enquanto as dispensas 129.713 no Estado. Para se ter uma ideia, em igual período de 2016 foi registrado déficit de 3.309 postos de trabalho, provenientes da contratação de 137.197 pessoas e o desligamento de outras 140.506.

 

Quando considerado o primeiro bimestre do ano, o superávit chegou a 9.195. O resultado ocorreu da formalização de 276.671 trabalhadores e da demissão 267.476 entre janeiro e fevereiro. Nos primeiros dois meses de 2016 o saldo havia ficado negativo em 19.636. Já quando considerados os últimos 12 meses, o número ainda é deficitário em Minas: -­91.554. No entanto, vale ressaltar que em igual época do exercício anterior número era bem maior e chegava a ­-207.901.

 

O setor de serviços foi o principal responsável pela geração de saldo positivo em Minas no mês de fevereiro. Ao todo, as admissões do setor somaram 53.970 e as dispensas atingiram 48.117 pessoas, resultando em um saldo positivo de 5.853 postos de trabalho no segundo mês de 2017. Em igual mês de 2016 esse número foi de apenas 520.

 

A indústria da transformação apareceu logo em seguida com um saldo de 2.986 vagas. Neste caso, as contratações chegaram a 22.550 e as demissões 19.554. Em igual mês de 2016 esse número também foi positivo (2.849).

 

Já no acumulado do ano, a indústria da transformação puxou o aumento. No bimestre, o setor foi responsável pela abertura de 7.925 vagas por meio da contratação de 46.818 trabalhadores e desligamento de 38.893 profissionais. No acumulado dos 12 meses, por outro lado, o setor já perdeu 22.488 empregos em Minas Gerais.

 

Setores ­- No detalhamento dos setores, a indústria calçadista se destacou em todas as bases de comparação. No mês, a atividade gerou 2.013 vagas, enquanto no bimestre foram 3.662 e no acumulado do ano 3.195 – sendo o único setor com resultado positivo neste último confronto.

 

A construção civil e o comércio, por outro lado, mantiveram os resultados negativos em fevereiro. O comércio registrou déficit de -2.269 empregos e a construção civil de -1.089 vagas. Da mesma maneira, no acumulado dos dois primeiros meses deste exercício, os resultados foram de -9.166 e -98, respectivamente.

 

No acumulado dos últimos 12 meses outros setores continuaram a apresentar déficit na geração de empregos. Foram eles: indústria extrativa mineral (-1.371), indústria da transformação (-22.488), serviços industriais de utilização pública (-554), construção civil (-32.790), comércio (-12.025), serviços (-25.222) e administração pública (-780). Apenas a agropecuária apresentou superávit: 3.676.(Fonte: Jornal Diário do Comércio) 

 

 


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