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Indústria mineira abre o ano com alta de 1,4% - 07/03/2017



A aguardada retomada na economia brasileira ainda não aconteceu. Entretanto, variáveis divulgadas nessa segunda-feira (6) dão um pouco de esperança de que possa acender uma luz no fim do túnel. Uma delas foi o faturamento real dessazonalizado da indústria mineira em janeiro frente dezembro do ano passado que teve alta de 1,4%, conforme levantamento feito pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). “É um dado positivo, só que não dá para falar ainda que é uma tendência. Agora, a queda das variáveis em 12 meses vem perdendo a intensidade”, observa a economista da entidade Annelise Fonseca.

 

Nos últimos 12 meses finalizados em janeiro deste ano, o faturamento do setor teve recuo de 10,5%, percentual menor que igual período terminado em dezembro (-11,6%).



A pesquisa Indicadores Industriais de Minas Gerais da Fiemg, divulgada nessa segunda-feira (6), mostra que no confronto de janeiro com igual mês de 2016, o indicador recuou 5,3%, sendo essa a menor queda registrada em janeiro nos últimos quatro anos, nessa base de comparação.



Alguns setores tiveram alta no faturamento nesse tipo de comparação. A mais expressiva foi vestuário e acessórios, com alta de 79,4%, seguida por extrativa mineral (26,2%) e têxteis (14,8%).



E depois de amargar queda de 11,6% no faturamento em 2016 e de 15,9% em 2015, a previsão da Fiemg para 2017 é de alta de 0,96% na variável. “A confiança do empresário está melhor. E é esperada o início da retomada da economia no segundo semestre”, observa a economista.



Ela frisa que alguns indicadores apontam melhora, só que ainda há problemas a serem enfrentados, como o ambiente político ainda incerto e a necessidade de que as reformas previdenciária e trabalhista sejam aprovadas.

 


IPCA

 

BH registra deflação em fevereiro

 

Depois de quatro anos, a inflação em Belo Horizonte, pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), teve queda, conforme a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Fundação Ipead). O recuo foi de 0,43% em fevereiro. “A última vez que isso aconteceu foi em fevereiro de 2013, com deflação de 0,20%”, observa o gerente de pesquisa da instituição, Eduardo Antunes.



O resultado do segundo mês do ano foi bem menor que o verificado em janeiro (2,19%). Em fevereiro do ano passado, a inflação na capital teve alta de 0,36%.

 


ROTATIVO

 

Juro do cartão e cesta básica têm queda

 

A taxa média de juros do cartão de crédito rotativo para pessoa física teve queda de 6,88% em fevereiro frente o mês anterior, conforme levantamento da Fundação Ipead. “Apesar do recuo, a taxa ainda é alta. A média é de 15,56% ao mês, equivalente a 467,14% ao ano”, alerta o gerente de pesquisa da fundação Eduardo Antunes.



Outro dado positivo divulgado nessa segunda-feira (6) foi a redução de 4,16% em fevereiro frente o mês anterior do valor da cesta básica, que custa R$ 392,62. Foi a quinta queda mensal consecutiva.(Fonte: O TEMPO) 

 


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