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Compras pela internet crescem 7,4% e faturam R$ 44,4 bi, aponta jornal - 17/02/2017



Reportagem publicada pelo jornal Estado de Minas mostra que, mesmo com a retração geral da economia, o comércio on line tem crescido. A seguir, os principais trechos da reportagem.

 

En­quan­to o va­re­jo con­ven­ci­o­nal amar­gou re­tra­ção no ano pas­sa­do, o co­mér­cio vir­tu­al sur­fou no ca­mi­nho contrário. E em Mi­nas Ge­rais não foi diferente. O va­re­jo ele­trô­ni­co fa­tu­rou R$ 44,4 bi­lhõ­es no país, em 2016. O es­ta­do mo­vi­men­tou R$ 4,8 bi­lhõ­es, o que re­pre­sen­tou 10,8% do to­tal na­ci­o­nal e 19,05% do re­gis­tra­do pe­la Re­gi­ão Sudeste. O cres­ci­men­to no Bra­sil, fren­te ao re­gis­tra­do em 2015, foi de 7,4%. 
 

Os da­dos são do re­la­tó­rio We­bsho­ppers, pro­du­zi­do pe­la Ebit, em­pre­sa re­fe­rên­cia em in­for­ma­çõ­es so­bre o e-com­mer­ce brasileiro. E apon­tam pa­ra um ce­ná­rio bem di­fe­ren­te do re­gis­tra­do pa­ra o va­re­jo to­tal, que re­gis­trou que­da de 6,2% no ano pas­sa­do, de acor­do com pes­qui­sa do Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro de Ge­o­gra­fia e Es­ta­tís­ti­ca (IBGE).



“Ti­ve­mos uma no­tí­cia po­si­ti­va em meio a tan­tas ru­ins”, afir­ma o pre­si­den­te-exe­cu­ti­vo do Ebit, Pe­dro Guasti. De acor­do com ele, as ex­pec­ta­ti­vas pa­ra o co­mér­cio ele­trô­ni­co são ain­da me­lho­res: a pre­vi­são é de cres­ci­men­to da or­dem de 12%. 



A ex­pli­ca­ção pa­ra a am­pli­a­ção das com­pras pe­la in­ter­net por mi­nei­ros e bra­si­lei­ros é sus­ten­ta­da por pi­la­res diferentes. O pri­mei­ro é o au­men­to na ba­se de pes­so­as conectadas. Com mais gen­te aces­san­do a in­ter­net, au­men­ta o aces­so às lo­jas virtuais. Se­gun­do o re­la­tó­rio, o nú­me­ro de e-con­su­mi­do­res ati­vos cres­ceu 22% na com­pa­ra­ção com 2015, de 39,14 mi­lhõ­es pa­ra 47,93 milhões.


A po­pu­la­ri­za­ção dos smar­tpho­nes no Bra­sil é ou­tro fe­nô­me­no que ala­van­ca os re­sul­ta­dos do e-commerce. “Tem mais ci­da­des com 3G e 4G”, ob­ser­va Guasti. Com is­so, o vo­lu­me de com­pras fei­tas por es­ses apa­re­lhos pas­sou de 12,5%, no to­tal de 2015, pa­ra 21,5% das tran­sa­çõ­es de 2016. Por fim, se­gun­do Guas­ti, a “cri­se eco­nô­mi­ca es­ti­mu­la a pro­cu­ra por me­lho­res pre­ços”.


De acor­do com a as­ses­so­ra eco­nô­mi­ca da Con­fe­de­ra­ção Na­ci­o­nal do Co­mér­cio de Bens, Ser­vi­ços e Tu­ris­mo, Ju­li­a­na Se­ra­pio, a jus­ti­fi­ca­ti­va pa­ra o for­te cres­ci­men­to do e-com­mer­ce es­tá na ba­se de clientes. “O es­pa­ço que o co­mér­cio ele­trô­ni­co ocu­pa ain­da é mui­to pe­que­no na com­pa­ra­ção com o va­re­jo con­ven­ci­o­nal”, explica. Se­gun­do ela, ape­nas cer­ca de 5% do fa­tu­ra­men­to do va­re­jo to­tal é re­pre­sen­ta­do pe­lo on-line. Tal ce­ná­rio tam­bém jus­ti­fi­ca o gran­de po­ten­ci­al de cres­ci­men­to que ain­da há no Bra­sil pa­ra as ven­das pe­la internet.

 

 


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