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IGP-10 perde força em fevereiro e sobe 0,14% - 16/02/2017



A inflação medida pelo Índice Geral de Preços ­ 10 (IGP­10) subiu 0,14% em fevereiro após alta de 0,88% em janeiro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) na manhã dessa quartafeira (15). O resultado ficou dentro das projeções dos analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast, que esperavam desde uma queda de 0,10% a um avanço de 0,43%, com mediana positiva de 0,25%.

 

No caso dos três indicadores que compõem o IGP­10 de fevereiro, os preços no atacado medidos pelo IPA­10 tiveram queda de 0,03% este mês, após avanço de 1,08% em janeiro. Os preços ao consumidor verificados pelo IPC­10 apresentaram avanço de 0,54% em fevereiro, após elevação também de 0,54% no mês anterior. Já o INCC­10, que mede os preços da construção civil, teve taxa positiva de 0,36%, ante aumento de 0,30% em janeiro.

 

O IGP­10 acumula alta de 1,02% no ano e elevação de 5,67% em 12 meses. O período de coleta de preços para o indicador de fevereiro foi do dia 11 de janeiro ao 10 deste mês. O IGP­DI, que apurou preços do dia 1º a 31 do mês passado, subiu 0,43%.

 

IPAs ­ Os preços agropecuários medidos pelo IPA Agrícola recuaram 1,87% no atacado em fevereiro, dentro do IGP­10, informou a FGV. Em janeiro, a queda tinha sido de 1,50%. Já os preços dos produtos industriais mensurados pelo IPA Industrial subiram 0,66% no atacado em fevereiro, ante alta de 2,10% em janeiro.

 

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA­EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram recuo de 0,81% em fevereiro, após avanço de 0,53% em janeiro. Os preços dos bens intermediários tiveram alta de 1,32% este mês, após elevação de 1,24% em janeiro. Já os preços das matérias­primas brutas apresentaram redução de 0,56% em fevereiro, após a alta de 1,55% no mês anterior.

 

Grupos ­ As famílias brasileiras gastaram mais com educação e moradia em fevereiro, segundo os dados do IGP­10. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC­10) subiu 0,54%, mesma taxa registrada em janeiro. A principal contribuição no sentido de pressionar a taxa partiu do grupo Habitação, que saiu de queda de 0,20% em janeiro para alta de 0,35% em fevereiro, devido ao alívio menor proporcionado pelas contas de luz. O item tarifa de eletricidade residencial passou de queda de 3,53% para recuo de 0,26% no período.

 

Os demais grupos com taxas de variação maiores em fevereiro foram Educação, Leitura e Recreação (de 1,65% para 2,99%) e Comunicação (de 0,34% para 0,37%), sob influência de itens como cursos formais (de 3,03% para 5,98%) e tarifa de telefone móvel (de 0,39% para 0,93%), respectivamente.

 

Na direção oposta, o grupo Alimentação impediu uma alta maior no IPC­10, ao sair de uma elevação de 0,66% em janeiro para uma leve queda de 0,01% em fevereiro. A maior contribuição para o movimento foi do item carnes bovinas, que passou de 1,04% para ­1,09%.

 

Também apresentaram taxas menores em fevereiro os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,63% para 0,42%), Despesas Diversas (de 1,10% para 0,30%), Vestuário (de 0,14% para ­0,12%) e Transportes (de 0,90% para 0,85%), puxados por itens como artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,53% para 0,07%), cigarros (de 2,16% para 0,00%), roupas (de ­0,03% para ­0,45%) e gasolina (de 2,65% para ­0,55%). (Fonte: Diário do Comércio)

 

 


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